Como preparar uma mala de mão para viagens internacionais

  • Olha a Flavia pronta para viajar ;)
    Olha a Flavia pronta para viajar ;)
  • Foto: Flavia Koetz
    Foto: Flavia Koetz
  • Kit Completo | Foto: Flavia Koetz
    Kit Completo | Foto: Flavia Koetz
  • Casaco de pluma (item 1) | Foto: Flavia Koetz
    Casaco de pluma (item 1) | Foto: Flavia Koetz
  • Ziplock higiene dental (item 4) | Foto: Flavia Koetz
    Ziplock higiene dental (item 4) | Foto: Flavia Koetz
  • Organizador de passaporte | Foto: Flavia Fkoetz
    Organizador de passaporte | Foto: Flavia Fkoetz
  • Molhados (item 7) | Foto: Flavia Koetz
    Molhados (item 7) | Foto: Flavia Koetz
  • Descanso para os pés (item 2) | Foto: Flavia Koetz
    Descanso para os pés (item 2) | Foto: Flavia Koetz
  • Apoiador de pescoço | Foto: Flavia Koetz
    Apoiador de pescoço | Foto: Flavia Koetz

Por Flavia Koetz

Como preparar uma mala de mão para viagens internacionais

Para quem não conhece a Flavia Koetz, ela tem um dos snapchats que adoro seguir (clique aqui para segui-la no snapchat). Ela mostra a cidade de Seattle com a ótica de uma moradora brasileira. É uma apaixonada por hiking e trilhas – cada paisagem deslumbrante que vemos junto com ela. Adoro! Além disso, é super organizada e tem muito bom gosto.

Há uns dias ela fez uns snaps sobre como preparar uma mala de mão para viagens longas. Surtei! Aprendi tanto. Acabei tomando coragem e pedindo para ela preparar um post salvador aqui no Raphnadas. 

Eu estava super envergonhada, mas ela topou. Uhu!

Aqui segue o resultado para ajudar a todos nós. Obrigada, Flavinha! 

Música para entrar no clima! (dica da Flavia)

Não, você não errou de endereço! Esse é o blog da Rapha e eu estou aqui de visita!

Meu nome é Flavia e eu vim aqui dar uns palpites sobre o que levar na mochila de bordo em viagens longas, pois sou “especialista” no assunto. Aí você me pergunta: “Especialista, Flavia? Como assim?”

Eu explico. Basicamente, sou uma pessoa que nasceu e cresceu em Porto Alegre, a capital mais ao sul do Brasil, e resolveu morar em Seattle, no noroeste dos Estados Unidos, pertinho da fronteira com o Canadá. Por conta disso, minhas viagens pra visitar minha terra natal são sempre muito, muito longas! Com muita sorte, consigo vôos com 20 horas de duração. Se a sorte não é tanta, chego a ficar viajando por 25, 26 horas! Como não existe vôo direto de Seattle para o Brasil, meus roteiros até Porto Alegre têm sempre, no mínimo, três trechos.

“Isso acabou me levando a aprimorar a arrumação da mochila que levo comigo a bordo. Como diz o ditado, ‘a prática leva à perfeição’!” 

Brincadeiras à parte, eu não acho que a minha mochila seja perfeita, pois sempre há uma coisa ou outra pra aprender em cada viagem, mas posso dizer que, hoje, carrego comigo as coisas que considero fundamentais para amenizar os perrengues de estar em ambientes tão desconfortáveis como aviões e aeroportos por tantas e tantas horas.

CONSELHOS DE OURO 😉

Comprei minha mochila na Ikea há uns anos e, infelizmente, ela já saiu de linha. Uma das vantagens dela é ser lavável. Costumo colocá-la na máquina de lavar roupas a cada duas ou três viagens.

Outra coisa bacana são as várias divisórias. Se a gente consegue compartimentar e organizar cada coisa no seu lugar, melhor, né? São dois bolsos externos e dois compartimentos com zíper, sendo que o de trás é subdividido em duas partes.

Daqui pra frente, para entender melhor, sugiro que você dê uma olhada na galeria de fotos. Vou detalhar o que coloco em cada compartimento e assim vocês já vão ver quais as coisas que considero essenciais nas minhas viagens. Vale dizer que a necessidade de cada pessoa pode ser diferente, e a minha mochila reflete o que eu considero importante.

Um dos bolsos externos eu reservo para o celular e para os meus óculos de leitura. Os bolsos são abertos e de fácil acesso para aquela olhadinha no celular de toda hora! Pelo mesmo motivo, ele fica muito à mão para ser roubado, então ele só fica nesse bolso quando não estou no Brasil, por motivos óbvios.

O outro bolso fica reservado pro chiclete e para os meus adorados papeizinhos removedores de oleosidade. Só quem tem a pele oleosa sabe o alívio que dá poder matificar a pele e retirar aquele brilho todo que um dia sem banho vai gerar no seu rosto!

A parte interna tem dois compartimentos. O da frente é cheio de bolsinhos e eu consigo achar uso pra todos eles! Hahaha! Tem lugar pra caneta, pro fone de ouvidos, pra guardanapos de papel, saquinho de plástico vazio (pode ser útil pra alguma coisa, vai saber…), flanela de limpar óculos, porta-óculos (com um óculos de sol e outro sobressalente de leitura, pro caso de eu perder o meu).

Nessa aba vai também o meu organizador de viagens, outro item que tem me ajudado muito. Dentro dele ficam o meu passaporte, pequena carteira com documentos, cartões de crédito e dinheiro, cartões de embarque e tíquetes de bagagem.

“Enquanto estou em processo de embarque nos aeroportos, o organizador fica pendurado no meu pescoço.”

Isso evita aquele abre e fecha de mochila cada vez que a gente precisa mostrar algum documento nas várias etapas do processo de embarque. Quando entro no avião, o organizador vai pra mochila.

O compartimento de trás tem duas áreas. Uma delas é destinada ao laptop e aos carregadores (do laptop e do celular), que organizo em saquinhos estilo ‘ziplock’. Nesse mesmo saco plástico vão também o adaptador universal (dependendo da necessidade ou não, em função do destino) e um “T” (ou benjamim).

Como vocês vão notar daqui pra frente, organizo muitas das coisas nesses saquinhos, não só pela praticidade, mas também por questões de higiene. Após algumas viagens, descarto-os e troco por novos.

Na parte da frente….ah, na parte da frente….ali eu coloco tudo e mais um pouco! Quer ver? Vamos numerar pra organizar a bagunça e assim fica mais fácil pra você acompanhar pelas fotos! 😉

CHECK LIST 

1 – CASACO DE PLUMA DE GANSO – Não tenho palavras pra dizer o quão prático esse casaco é em viagens! Esfriou no avião? Puxa o casaquinho. Saiu com a roupa errada do hotel ou esfriou durante o dia? Casaquinho! Ele está sempre comigo, seja durante os voos ou nos passeios por lugares mais frios. E, o melhor, não pesa nada! Vai por mim e compra um!

2 – DESCANSO DE PÉS – Ou, como eu chamo carinhosamente, “rede para pés”. É um acessório que você pendura na mesinha do avião e que permite que seus pés fiquem elevados, evitando o inchaço. Não sei vocês, mas eu tenho muita dificuldade de dormir ou passar muito tempo com os pés pra baixo. Mudou minha vida em voos longos, sério!

– Clique na foto para COMPRAR e colaborar com o Raphinadas

3 – MUDA DE ROUPA – Você já teve as malas extraviadas? Se sim, vai entender o motivo de eu carregar uma blusa extra, uma calcinha e um par de meias! Caso você fique sem mala, ao menos terá uma roupinha cheirosa pra usar até que sua bagagem seja encontrada! Você pode aproveitar e usar as meias à noite, no avião, pois a temperatura da cabine geralmente é diminuída na madrugada.

4 – ZIPLOCK DE HIGIENE DENTAL – Escova, pasta de dentes e fio dental. Precisa explicar? 😉

5 – NECESSAIRE DE MAQUIAGEM – Carrego o básico pra manter a dignidade pessoal. Hahaha! Vai de cada um saber o que é necessário pra se olhar no espelho depois de uma noite mal dormida e não levar um susto.

6 – SECOS – Esses são os produtos “salva-vidas” ou que me trazem conforto durante os voos. Chamo de “secos” pois aqui eu não coloco nenhum líquido, então ele passa tranquilamente pelo raio-X dos aeroportos. Vamos ao que tem dentro dele e já vou explicando a utilidade de cada um.

a) Lenços umedecidos desinfetantes: uso para desinfetar as mãos antes das refeições e também pra limpar a mesinha do avião (dizem que ela é uma das áreas mais sujas das aeronaves!).
b) Lenços umedecidos “suaves”: este uso apenas para limpar as mãos quando estou aplicando maquiagem, já que elas, inevitavelmente, entrarão em contato com meus olhos e o desinfetante dos lenços umedecidos normais pode causar irritação. Frescura, eu sei!
c) Lenços de papel: multi-uso, acho que não preciso explicar.
d) Lenços umedecidos íntimos: também acho que não preciso explicar! Hahaha!
e) Remédios: tipicamente, tenho sempre um comprimido pra dor e febre, um pra cólica menstrual e um antidiarréico.
f) Protetor auricular.

Algumas pessoas podem achar útil levar um tapa-olhos para dormir melhor. Eu acho incômodo e não uso.

7 – “MOLHADOS” – Aqui estão os produtos que possuem restrições ao passar pelo controle de segurança dos aeroportos. São líquidos, géis, aerossóis, cremes e tudo o mais que precisa estar acondicionado em embalagens de até 100ml. São 7 produtinhos, sendo que os 4 primeiros têm a função de proteger contra a falta de umidade dentro dos aviões. Nosso corpo sofre com o ar seco!

a) Protetor labial
b) Loção hidratante
c) Colírio
d) Cera hidratante de cutículas (ok, é frescura minha!)
e) Perfume roll-on: esse tipo de embalagem é mais conveniente em viagens, pois tem menor risco de vazamentos.
f) Xampu seco: essa dica é pra pessoas com cabelos oleosos! Um dia sem banho e seu cabelo estará colado na cabeça, acredite! Hahaha!
g) Desodorante

Ainda que ele não faça parte da mochila em si, tenho que mencionar meu travesseiro de viagens, pois ele é muito incrível, sério! Foi uma descoberta recente e estou simplesmente apaixonada por ele.

Ele é como se fosse um “2-em-1”, pois além de dar suporte para o pescoço, como todos os outros travesseiros de viagem, esse também suporta a cabeça lateralmente, mesmo que você esteja no assento do meio ou do corredor e não tenha onde se encostar. Dormir assim é tão mais fácil! Sem contar que a parte inferior do travesseiro acomoda perfeitamente o queixo, impedindo que a gente fique de boca aberta quando adormece! Hahaha! Isso sempre acontecia comigo e é tão constrangedor, né? 😉

– Clique na foto para COMPRAR e colaborar com o Raphinadas

Finalmente, chegamos ao final da lista! Ufa!

E vocês? Têm alguma dica pra compartilhar? Conta aí!

Obrigada pelo convite, Rapha! Foi uma honra!  * A honra foi minha, Flavia 😉

Arredores de Tokyo: 5 programas imperdíveis

  • Kamakura: super acessível e imperdível!
    Kamakura: super acessível e imperdível!
  • Nikko: chegamos no meio da nevasca
    Nikko: chegamos no meio da nevasca
  • Matsumoto: só no Japão para você conseguir tirar uma foto dessas.
    Matsumoto: só no Japão para você conseguir tirar uma foto dessas.
  • Kawagoe: rickshaw à la japonese
    Kawagoe: rickshaw à la japonese
  • Uma das casas históricas em Kawagoe
    Uma das casas históricas em Kawagoe
  • Monte Fuji: é emocionante vê-lo de perto.
    Monte Fuji: é emocionante vê-lo de perto.
  • Fileira de Budas
    Fileira de Budas
  • Famosos macacos de Nikko.
    Famosos macacos de Nikko.
  • Templo Toshogu
    Templo Toshogu

Tokyo tem programas maravilhosos. O suficiente para ficarmos dias descobrindo a cidade. No entanto, existem algumas viagens muito fáceis de serem feitas a partir da cidade.

 É só pegar um trem e, em algumas horas, estamos num lugar maravilhoso e completamente inusitado – ao menos aos nossos olhos ocidentais.

Por quê não aproveitar essa vantagem? Segue aqui uma lista com 5 destinos junto com uma média de dias que deve-se levar para visitá-los.

Para entrar no clima!

1) Kamakura 

A cidade já foi a capital do Japão (acho que por volta do Séc.XII) e hoje sua grande atração é a estátua do Grande Buda (Daibutsu), uma das poucas que não está coberta por um templo. Na realidade, ali havia um templo, mas, depois de ser destruído 3 vezes por terremotos e maremotos, os japoneses desistiram e deixaram a estátua ao ar livre. Um passeio interessante é ficar em Kita-Kamakura e fazer uma das trilhas “Zen” por dentro da montanha para chegar ao Grande Buda. É bom lembrar que as placas estão em japonês e por isso é preciso estar em boa forma.

Como chegar: JR train – Kamakura Station (Yokosuka line)
Viagem: +/- 1h10min
Tempo: reserve metade de um dia

2) Kawagoe (1 dia)

A cidade cresceu na era Edo por ser o celeiro de Tóquio. Com isso os comerciantes locais prosperaram e puderam reforçar seus armazéns contra incêndios e terremotos. O centro da cidade se tornou um local de conservação dessa arquitetura especial da época. Há um grande templo na cidade que merece visita também.

Como chegar: metrô – Ikebukuro (Marunouchi line) e Kawagoe Station (Tobu-Tojo line)
Viagem: 52 minutos
Tempo: reserve um dia

3) Matsumoto 

O antigo castelo da cidade está reduzido, mas a torre de menagem permaneceu inteira e é imperdível para os apreciadores de castelos. Também há lojas com uma arquitetura local própria não muito distante do castelo. Matsumoto é também um destino requisitado no inverno para quem gosta de esquiar.

Como chegar: Shinkansen – Nagano (Hokuriku-Shinkansen line) e Matsumoto Station (Shinano line – JR)
Viagem: 2h20 minutos
Tempo: reserve um dia (bom ir cedo)

4) Nikko 

A cidade é pequena, mas possui um bom número de atrações, que podem consumir algum tempo. A rua principal que leva ao templo Toshogu é repleta de lojas e restaurantes interessantes e desemboca numa antiga ponte desativada.

O templo Toshogu é parte de um complexo de templos bem grande e abriga o túmulo de Ieasu Tokugawa, fundador do Shogunato Tokugawa

Longe do complexo de templos, fica o “Abyss”, um rio em corredeira, cuja margem abriga uma centena de estátuas de budas em fileira, formando um visual bem impressionante. A cidade possui ainda algumas pousadas com Onsens privativos, o que é um grande chamariz durante o outono e o inverno.

Como chegar: Shinkansen – Utsunomiya (Yamagata Shinkansen line) e Imaichi Station (Nikko line – JR)
Viagem: 2h20 minutos
Tempo: vale pernoitar

5) Hakone 

É um local para observação do Monte Fuji e outras paisagens. Vale a pena ir se o tempo estiver bom e se o viajante não tiver medo de alturas (pois o grande passeio do local é de teleférico). Há um lugar na montanha do qual são expelidos vapores vulcânicos e é possível comprar ovos cozidos na água aquecida pelo vulcão. É bom dar uma boa olhada num guia de viagens para ter uma ideia das atrações do local.

Como chegar: Shinkansen – Odawara (Tokaido-Sanyo Shinkansen line) e Hakone-Yumoto Station (Hakonetozan line)
Viagem: 1h03 minutos
Tempo: vale pernoitar

SOS

– O ideal para essas viagens é usar o japan pass. Veja o post que escrevi sobre o assunto: “Dominando os Transportes Públicos no Japão“.

– Você sabia que Raphinadas faz Roteiros Personalizados para o Japão? Se quiser conversar comigo sobre o assunto, é só clicar aqui.

– Gostou da música? Ela está na minha playlist para o Japão. 😉

Douro is calling: presentation

  • o douro chama
    Saúde!
  • Provesende -  cidade charmosa
    Provesende - cidade charmosa
  • o Douro Chama
    Eu feliz da vida no meio das vinícolas da Quinta do Vallado.
  • o douro chama
    Artesão preparando vaso de argila negra típica da região
  • odourochama_paisagem
  • o douro chama presstrip
    Quem participou da presstrip mais mágica do mundo ;)

Portuguese version here

Talking about the Douro is not a task for the faint hearted. In my case it involves love, happy memories and a lot of nostalgic feelings. It takes some glasses of wine, an open heart and a pinch of Miguel Torga to get inspiration. But wait… that will be next week’s post. For now we keep to the presentation of the trip itself.

“Douro is calling”

This was a presstrip that took place in September 2016 offered by AETUR, the association of turism entrepreneurs from the Douro and Trás-dos-Montes. The goal was to present the region (and its secrets) to us, a group of 14 bloggers and journalist from all over the world.

During 6 days, we jumped head first in the local history and culture. We visited cities, monuments, vineyards, the gastronomy, the people, the caring and the peace that only the Douro can offer.

#Douroiscalling# – Social Medias

All participants of this trip used the hashtags #odourochama and #douroiscalling to advertise their experiences through their point of views in real time.

I used mainly instagram and snapchat – my favorit media – but I also posted a lot in facebook and twitter. If you want to check it out, all you need to do is use the tow hashtags in the search and you should get it all (except for the snapchat material, which lasts only for 24 hours).

Nothing warmed my heart more than seeing how many people were falling in love with the Douro with me and asking me to give my impressions a.s.a.p. This is the greatest incentive to create something lasting and of quality. Thanks everybody!

Raphinadas in the Douro

I told you already that in Portugal I feel like being in my grandmother’s home, right?

So, considering this metaphor, the Douro would be that closet were we know granny keeps all the best sweets and treats. We dream about the moment, count the days and hours until it comes and, when it finally arrives, it is even better than we expected. It is just love in excess that we have before us.

As you can well see the Douro is personal to me and I feel a great responsibility of sharing what I experienced in this trip with extra effort. That is why I will show in the next sequence of posts what has left a bigger impression on me. My idea is that you have a good grasp on how the Douro may be a unique travel destination.

If you want more information, tips and even to start planning an actual trip, keep in mind that you can always reach me here.

My post about the Douro

Quinta da Casa Amarela: um poema em forma de vinícola

My travel companions

Yes! Many bloggers and journalists were there, but we had our small circle within the group 😉 – The Brazilian Bloggers Team!

It was a priviledge being with them in this trip. I am such a beginner and yet I was there with those three superstars! I’ ve never learned so much in such a short time. I will add their work about the Douro here as well!

Rita Branco – “O Porto Encanta” – It was through her that came my invitation for this trip. She saw my work and gave me the vote of confidence. Amem! (and what a responsibility!) Legend says she is from São Paulo, but Rita is from Porto and the city belongs to her. That’s a fact! If you want to fall in love with the north of Portugal there is no better guide. P.S. She is one of the most captivating snapchatters I follow. She made her way through the Route of Santiago de Compostela starting in Portugal.

– Os Encantos do Douro. Muito mais do que um rio.

– Do Porto para o Museu do Douro

– Do Porto para o Douro… na Quinta da Casa Amarela. Bons Vinhos, com Charme.

Helô Righetto – “Aprendiz de Viajante” – How can I describe Helô!? She’s my dearest, a designer, published writer (Guia de Londres para Iniciantes/ A beginners guide to London), active feminist (Conexão Feminista), full of suprises and life. You can follow her trips in the Aprendiz de Viajantes and learn a little bit more about her through her personal blog (Mi Bloguitto).

P.S. She is colaborating with me in the Coletivo Tropical iniciative! 😉

– Vale do Douro além dos Vinhedos: 5 lugares para visitar

– Dois Hotéis Incríveis no Vale do Douro

– Quinta do Vallado e Quinta da Casa Amarela

– Vale do Douro: 5 experiências incríveis e inesquecíveis

Martinha Andersen – “Viajoteca” – I’ve been following the Viajoteca for a good while now and her posts were always special to me. Martinha has the superpower of giving lightness to everything and of knowing exactly when we need her (how does she do it?). She lives in Paris since 2006 and knows all about tech, apps, cameras… to sum it up, she is the queen of gadgets.

P.S. She has the best laugh in the Universe!

– O Douro Chama – 11 razões para visitar o Douro em Portugal

– 9 Programas Imperdíveis no Vale do Douro

– 3 Hotéis no Vale do Douro em Portugal (para se apaixonar)

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Quinta da Casa Amarela: um poema em forma de vinícola

  • Quinta da Casa Amarela
  • Quinta da Casa Amarela
    O caminho para a felicidade.
  • O paraíso é aqui!
    O paraíso é aqui!
  • Quinta da Casa Amarela
    Senhor Gil Regueiro, o poeta.
  • Quinta da Casa Amarela
    Eu bebendo da fonte ;)
  • Quinta da Casa Amarela
    Dona Laura e as blogueiras brasileiras

A Quinta da Casa Amarela

Você está pensando em ir para Portugal? Todos têm falado tanto de lá, certo? Aí pensou, e por que não explorar o norte do país. “Dizem que a região vinícola de lá é um paraíso!”

Para entrar no clima!

Sim, eu te digo, é tudo verdade! O Douro é um paraíso.

E ali, numa das curvas do rio, entre o Peso da Régua e Lamego, nós fomos apresentados a Quinta da Casa Amarela.

Como o tempo em viagem é sempre curto, e não se pode visitar todas as propriedades – apesar de que pretendo e tenho esperança de fazer isso um dia –, preciso dizer a vocês: visitem esta Quinta em especial!

É interessante escolher vinícolas diferentes. Uma grande, uma pequena. Uma que produza vinhos verdes e outra, vinhos do porto. Por aí vamos (entende o porquê de querer conhecer todas?).

A graça da Casa Amarela, contudo, supera este tipo de preocupação. Conhecê-la é um capítulo à parte. Na verdade um verso, um poema à parte.

Um caminho de pedra com moldura de plantas encaminha quem chega nela. Vai-se andando, respirando com mais vida, até que a paisagem se abre em forma de casa.

A mais charmosa que já vi!

Tem gente que se emociona com praias. Pois bem, eu me emociono com casas. As paredes cobertas de plantas, um cheiro de flor e de algum tempero indefinido. Cheiro de poesia e vinhos, na verdade. O efeito é imediato, todos alegres e maravilhados.

E, como se não bastasse toda aquela beleza, logo o senhor Gil Regueiro e a Dona Laura chegam para nos receber. Eles são os poetas que atualmente dão vida à Quinta. Ela é pura vitalidade e charme. Ele, delicadeza – no sentindo mais profundo e maravilhoso que essa palavra pode ter.

Bom, neste momento talvez pense: quando estiver visitando a vinícola provavelmente eles não estarão lá. Certo? E eu te respondo: não, porque eles estarão. Eles são a Quinta.

O filho deles é a Quinta. E a/os filhas/os do filho serão a Quinta. Por isso, fiquem tranquilos. Eles estarão lá, em cada detalhe. Nos vinhos que repousam em barris de madeira ao som de música clássica, no jeito como cada etapa do processo do vinho é cuidada. Essa não é apenas uma vinícola charmosa e pequena. Essa é uma vinícola autoral. Um poema sendo escrito há um bom tempo, desde 1885.

Vá e beba alguns versos. Experiência como essa só o Douro pode te oferecer. Garanto! 

Informações Práticas

Quinta da Casa Amarela

Agende uma visitaquinta@quinta-casa-amarela.com
Quando ir: qualquer época
Como chegar: Gps. 41º 08′ 22” N / 7º 48′ 03.4”W
Quanto custa: o preço das garrafas que você certamente levará
Como chegar: o ideal é ir de carro. Caso não queira ir de carro, entre em contato comigo aqui e pensamos juntos em outras soluções.

Mais olhares viajantes sobre o tema…

O Porto Encanta – Do Porto para o Douro… na Quinta da Casa Amarela. Bons vinhos, com charme.
Aprendiz de Viajante – Quinta do Vallado e Quinta da Casa Amarela

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O Douro Chama: a apresentação

  • o douro chama
    Um barquinho no meio do "excesso de natureza" do Douro...
  • o douro chama presstrip
    Quem participou da presstrip mais mágica do mundo ;)
  • o douro chama
    As blogueiras brasileiras - já deu saudades
  • o douro chama
    Marta Marques e Monica Nogueira - as nossas guias queridas
  • o douro chama
    Artesão preparando vaso de argila negra típica da região
  • Mosteiro de São João de Tarouca - uma das visitas que mais me encantou
    Mosteiro de São João de Tarouca - uma das visitas que mais me encantou
  • Gil Regueiro da Quinta da Casa Amarela - uma vinícola que faz poesia em forma de vinho
    Gil Regueiro da Quinta da Casa Amarela - uma vinícola que faz poesia em forma de vinho
  • o Douro Chama
    Eu feliz da vida no meio das vinícolas da Quinta do Vallado.
  • Provesende -  cidade charmosa
    Provesende - cidade charmosa
  • o douro chama
    Saúde!

Falar sobre o Douro é uma tarefa para corações fortes. No meu caso envolve amor, lembranças felizes e muitas saudades. É necessário algumas taças de vinho, um coração aberto e um pouco de Miguel Torga para inspirar. Mas aguardem, este será o post da próxima semana. Por hora, vamos ficar com a apresentação da viagem em si.

Para entrar no clima…

1) “O Douro Chama”  

Foi uma presstrip que aconteceu em setembro de 2016 oferecida pela AETUR, a associação de empresários turísticos do Douro e Trás-os-Montes. O objetivo foi apresentar a região (e seus segredos) para nós, um grupo de 14 blogueiros e jornalistas do mundo todo.

Durantes 6 dias, mergulhamos intensamente na cultura e história locais. Conhecemos cidades, monumentos, vinícolas, a gastronomia, as pessoas, o “carinho” e a paz que só o Douro consegue oferecer.

2) #ODouroChama – Mídias Sociais

Todo mundo que participou da viagem usou as hashtags #odourochama e #douroiscalling para divulgar “in real time” as experiências segundo seu ponto de vista.

Eu usei principalmente o instagram e o snapchat – a minha mídia favorita –, mas também fiz bastante postagens via facebook e twitter. Se vocês quiserem dar uma olhada, basta usar essas duas hashtags, no item pesquisa, e poderão acompanhar tudo (com exceção do snapchat que só dura 24h).

Nada me emocionou mais do que ver a quantidade de gente se apaixonando pelo Douro junto comigo e me pedindo para disponibilizar as minhas impressões o mais rápido possível. Esse é o maior incentivo para fazer algo que realmente fique e tenha qualidade. Obrigada!

3) Raphinadas no Douro

Eu já disse para vocês que em Portugal me sinto como na casa da minha avó, certo?

Então, seguindo essa metáfora, o Douro seria aquele armário onde sabemos que nossas avós guardam os seus melhores segredos e doçuras. A gente sonha, conta os dias e horas para esse momento chegar, e quando ele chega, na verdade, é muito melhor. É um excesso de amor que temos na nossa frente.

Como vocês podem ver, o Douro para mim é pessoal, mas também sinto uma responsabilidade enorme em compartilhar com qualidade o que experimentei nessa viagem. Por isso, o que farei nesta sequência de posts é mostrar uma seleção do que mais me marcou. A minha intenção é que vocês tenham um bom apanhando do quanto o Douro pode ser um destino único na vida de vocês.

Se quiserem mais informações, dicas e até começar a planejar a sua viagem, lembrem-se que sempre podem entrar em contato comigo por aqui.

4) Meus posts sobre o Douro

Quinta da Casa Amarela: um poema em forma de vinícola

5) Minhas Companheiras de Viagem

Sim, foram muitos blogueiros e jornalistas, mas nós tínhamos nosso pequeno grupo dentro do grupo ;). O time das blogueiras brasileiras! foi um privilégio estar com elas nessa viagem. Eu que sou tão iniciante, na companhia dessas três mulheres super feras! Nunca aprendi, tanto em tão pouco tempo. Vou adicionando o trabalho delas sobre o Douro aqui também.

Rita Branco do “O Porto Encanta – foi através da Rita que fui chamada para está viagem. Isso significa que foi ela quem viu meu trabalho e me deu esse crédito de confiança. Amém! (e que responsabilidade!) Diz a lenda que ela é de São Paulo, mas a Rita é do Porto e o Porto é dela também. Fato! Se quiser se apaixonar pelo Norte de Portugal não tem ninguém melhor para você acompanhar. Ps.: uma das snapchatters mais cativantes que acompanho. Ela fez o Caminho de Santiago a partir de Portugal.

– Os Encantos do Douro. Muito mais do que um rio.

– Do Porto para o Museu do Douro

Do Porto para o Douro… na Quinta da Casa Amarela. Bons Vinhos, com Charme.

Helô Righetto do “Aprendiz de Viajante – como descrever a Helô, gente!? Ela é minha mais querida, designer, autora (Guia de Londres), feminista de carterinha (Conexão Feminista), cheia de curiosidades e vida. Vocês podem acompanhar as viagens dela no Aprendiz de Viajantes e conhecer um pouco mais dela através do seu blog pessoal (Mi Bloguito). Ps.: ela é colaboradora no Coletivo Tropical junto comigo 😉

– Vale do Douro além dos Vinhedos: 5 lugares para visitar

– Dois Hotéis Incríveis no Vale do Douro

Quinta do Vallado e Quinta da Casa Amarela

Vale do Douro: 5 experiências incríveis e inesquecíveis

Martinha Andersen do “Viajoteca – eu já leio o Viajoteca faz tanto tempo, e os posts da Martinha sempre foram especiais para mim. A Martinha tem o superpoder de dar leveza a tudo e um alerta interno para saber quando precisamos da companhia dela (como ela faz isso?). Mora em Paris desde 2006, entende tudo de tecnologia, apps, câmeras, em resumo: é a rainha dos gadgets. Ps.: a melhor risada do universo.

– O Douro Chama – 11 razões para visitar o Douro em Portugal

– 9 Programas Imperdíveis no Vale do Douro

3 Hotéis no Vale do Douro em Portugal (para se apaixonar)

6) Post dos outros Blogueiros e Jornalistas

Yarden Lewin do “Go Travel – Israel

– The Secret of Douro Valley

Agora é só me acompanhar porque as próximas semanas serão dedicadas a falar sobre essa viagem e lugar inesquecível!

Abraços viajantes.

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Como Visitar o Hôtel de Ville em Paris

  • Hotel de Ville em Paris
    Hôtel de Ville (exterior) Foto: Raphaella Perlingeiro
  • Foto: "O Beijo no Hôtel de Ville" de Robert Doisneau
    Foto: "O Beijo no Hôtel de Ville" de Robert Doisneau
  • Hotel de Ville em Paris
    Salle des Fêtes - Hôtel de Ville (interior) Foto: Raphaella Perlingeiro

Hôtel de Ville em Paris

Ponto alto: Salle des fêtes
Ponto baixo: a dificuldade para se inscrever
Categoria pessoal: visitas inesquecíveis
Para entrar no clima: Jean Baptiste Lully – L’Orchestre du Roi Soleil

Tenho a impressão de que 90% dos turistas que vão a Paris apenas passam na frente do Hôtel de Ville – só isso já vale a viagem, diga-se de passagem. Mas por que não tentar visitá-lo por dentro?

Além de ser referência de onde casais, ano após anos, vão fazer suas versões fotográficas da famosa foto de Robert Doisneau: “O Beijo do Hôtel de Ville” (pagando aquele mico que dá toda graça e boas lembranças a viagem), o Hôtel de Ville é o nome que os franceses dão para o edifício sede da prefeitura da cidade.

Depois do incêndio de 1871, durante a Comuna de Paris, o prédio foi reconstruído mantendo a fachada original iniciada do reinado de Francisco I, mas com o interior modificado à moda luxuosa e ostentosa do século XIX.

Normalmente não é possível conhecer o interior do edifício, mas eu tenho uns segredinhos para te contar!

Se você estiver indo a Paris pela segunda vez, ou até se nunca foi, mas quer fazer algo diferente do clássico, que tal tentar uma visita guiada para conhecer o interior da câmara municipal da cidade: o Hôtel de Ville?

Eu fui e achei incrível!

Nós éramos três: uma falava um francês perfeito, tinha eu, que dou uma enrolada, e a terceira que na época só sabia dizer merci. Três níveis de compreensão da língua e todas aproveitaram a visita. Por isso repito, ainda que você não compreenda a língua: vá!

Não tenha medo do desafio! Nós encaramos como uma oportunidade de imersão linguística e foi um deleite. Mesmo sem entender tudo que a guia explicou, aproveitamos a oportunidade de conhecer a arquitetura do local por um outro ângulo. Depois foi só juntar os pontos, ler algumas informações sobre o local “et voilà!

Para acostumar o ouvido e dar vontade de visitar 😉

Informações úteis:

1) Essas visitas acontecem semanalmente, somente no verão (mas sempre vale perguntar, eu fui em novembro). São grupos de 30 pessoas e é preciso fazer uma inscrição prévia.

2) Você deve se dirigir ao 29, Rue de Rivoli (é a lateral do Hôtel). Lá você encontra um lobby cheio de informações sobre o Hôtel e programas interessantes.  Pode pedir informações lá que eles são bem simpáticos.

3) Pergunte sobre a visita guiada privada, eles vão pedir seu nome, fazer sua inscrição e dar as informações sobre hora e local de entrada.

4) Pronto! É só voltar no dia marcado, e não atrasar, porque eles não esperam (geralmente, é na 5, Rue Lobau, a parte de trás do Hôtel).

Visite sabendo…

– A praça na frente do prédio do Hôtel já era usada desde a Idade Média como local de encontro para execuções públicas, celebrações, rebeliões e as famosas greves. Era chamada Place de Grève, daí o nome “greve”.

– O Palácio foi palco de eventos fundamentais na história da França. Robespierre ironicamente encarcerado com um tiro na mandíbula, aguardando sua própria execução. A proclamação da Terceira República. O famoso discurso de Jacque Chirac. Tudo ocorreu lá.

– Antes de se tornar um palácio luxuoso durante o reinado de Francisco I, o Hôtel de Ville era apenas uma espécie de porto fluvial com a Maison dês Piliers (Casa dos Pilares) comprada por Étienne Marcel, chefe da municipalidade (preboste) de Paris no reinado de João, o bom, lá pelos idos do século XIV.

Para saber mais:

A Vanessa Crouzet do blog “Desvendando Paris” também escreveu um post sobre o Hôtel de Ville qua vale a pena a leitura! Veja aqui.

Drinks, Salsa e… Carmen Miranda?!

  • The Copacabana circa 1950 / © Photofest (Papermag.com)
    Foto from Paper Mag | The Copacabana circa 1950 / © Photofest
  • carmem miranda

Drinks, Salsa e… Carmen Miranda

Estava eu aqui pensando em quantas possibilidades Nova York oferece em termos de programas noturnos memoráveis para quem a visita. Podemos ir da Ópera ao programa mais cool numa mesma noite.

Então, se você gosta de ir de um extremo a outro, tenho uma ótima sugestão. Drinks em um lugar que é a cara da NYC hipster, seguido por um noitada com um quê de insólito. Que tal?

Salsa em NYC

Nova York possui um dos maiores números de professores de salsa por metro quadrado do Estados Unidos e, se bobear, do mundo (mais isso é só palpite). Lá, as aulas são pagas por hora, ou seja, se quiser pode até dar uma treinada antes (veja este site. As aulas custam $20).

O resultado dessa concentração de amantes da dança é um calendário repleto de oportunidades para a gente se arriscar e dançar. Por quê não?

Minha receita para uma noite memorável em Nova York:

1. Drinks no Schiller’s

Uma noite memorável nova iorquina tem que começar com drinks. E por que não no LES, mais especificamente no Schiller’s. Paredes de azulejo branco, bancos de madeira e um balcão repleto de garrafas. That’s the mood!

Aconselho ficar no balcão – assim o aquecimento fica mais especial. Pedimos drinks ( “The blind lady“, se estivermos no verão, ou talvez um “Daiquiri”, para sermos tradicionais), um pouco de conversa e vamos para o táxi! É hora da Salsa!

2. Salsa no The Copa

Estamos em NYC, onde são várias as opções de noitadas. Mas já que estamos a caráter (está imaginando?), e os dias são sempre poucos quando viajamos, a melhor opção é ficar com o clássico dos clássicos.

O Copacabana, conhecido como “The Copa“, existe desde 1940 (veja a foto na galeria). Ele mudou de endereço algumas vezes e continua sendo referência na cidade. O lugar é enorme! Tem dois ambientes, um deles sempre com música latina e salsa. Já foi locação de filmes (Tootsie, Goodfellas) e é cheio de personalidade – por personalidade quero dizer néons e colunas em forma de coqueiros.

Para mim, o Copa tem um ar nostálgico festivo. Talvez não seja um hotspot, no entanto resistir em Nova York é tarefa para poucos. É preciso ter algo de especial, mesmo que sejam coqueiros bizarros. 😉

Se quiser, essa será uma noite única na sua vida. Basta se entregar ao ritmo da salsa!

Mas… e a Carmen Miranda, Rapha?

Bom, ela é a cara do Copa. Literalmente. Foi a inspiração para a marca do lugar.

carmem miranda

Fato é que a Carmen Miranda, junto com Groucho Marx, estrelou um filme com o nome do nightclub em 1947 (o clube já existia há 7 anos e era um ícone). Podemos dizer que ela acabou se tornando uma espécie de musa inspiradora para essa latinidade inventada à moda americana e hollywoodiana. Uma latinidade tão distante da nossa realidade, mas tão encantadora se vivida apenas por uma noite.

Kit-Salvação

Para a Salsa

Dois conselhos são necessários. Primeiro é saber que a noite de salsa costuma começar a partir 22h e, para animar, só a partir das 23h. O segundo conselho é: priorizar sextas, sábados e Domingos. Em todos os sites e revistas que pesquisei, essa é uma unanimidade. São os dias mais animados.

Para saber a programação mais interessante durante sua viagem, visite o site Mambo Events Calendar (o calendário tem letras pequena, é um pouco confuso, mas vale conferir).

Copacabana
Endereço: 268 West 47th Street com 8th Avenue (Times Square).
Roupas: nada de jeans, tênis (pense: “como minha ídola Carmen Miranda iria se vestir no The Copa?“)

Para os Drinks

O Shiller’s é um ótimo lugar para começar a noite. É só para aquecer. Pede-se uma comidinha, o ambiente tem jeito de NYC na sua melhor forma e os drinks são ótimos (fique de olho nos sazonais). O lema deles é “barato, bom e decente” (mas no item barato eu daria um desconto, pois é barato só para NYC). Ele não fica perto do Copa, mas NYC é assim, a gente pega um metrô ou táxi e rapidinho (ao menos de noite costuma ser mais fácil) chega-se onde quer.

Shiller’s Liquor Bar

Endereço: 131, Rivington Street
Telefone: 212 260 4555
Reservas: podem ser feitas com até 30 dias de antecedência por aqui.