Valeta, teatral e singela: roteiro para desbravar Malta em 7 dias

  • Sleeping Lady: arte de outrora
  • Café Cordina
  • Sacra Infermeria
  • Este canhão está no Palace’s Armory (você vista junto com o State Rooms)

Dia 2 – Valeta, entre a exuberância e a simplicidade

Nota importantíssima para quem for usar esse roteiro: não se deixe enganar pela paisagem de Valeta! Ao longe, ela parece ser uma cidade sóbria, com paredes amareladas e uma lógica de ruas largas.

É tudo fachada! A cidade é cheia de interiores enlouquecidamente exagerados e teatrais. Essa é a graça do barroco maltês. Você entra em um palacete, em uma igreja e descobre um teatro, um mundo.

PJoseph Calleja é um tenor maltês, e aqui ele canta Nessun Dorma.
Para você entrar no clima teatral.

Minha intenção para este dia é separar os meus pontos preferidos nesse tema teatral versus singeleza. Contar um pouco sobre cada um deles e tentar te ajudar a chegar na cidade com um olhar treinado para descobri-los.

Vale lembrar que você pode juntar os dois dias de Valeta em um só! Se você ainda não viu o primeiro dia do roteiro, aqui está ele!

Pode também manter como dois dias separados ou misturar tudo. Fica a seu critério!
Boa sorte para a gente!

Exibir mapa ampliado

A) Casa Rocca Piccola – essa é atração preferida do meu querido amigo e companheiro de viagem, Victor Villon. Infelizmente, não consegui visitá-la. Mesmo assim deixo como dica. Esse elegante palacete do século XVI é residência do atual Marquês de Piro e sua família. Não é um museu, mas o marquês abre uma parte da sua casa ao público interessado em saber um pouco mais sobre o passado do palacete e o da cidade.

Horário: Segunda à Sábado: 10h 16h (fecha aos Domingos)
Preço:9 euros
Visitas guiadas são necessária e duram 1h (somente em inglês)
Tour Champanhe: adorei esse tour! Ele acontece às 19h, frequentemente oferecido pelo próprio Marquês. E você pergunta: podia ser melhor? Respondo: sim! Você recebe sua taça de champanhe para degustar enquanto acompanha o percurso. Preço 25 euros. Certamente, estarei inscrita na próxima vista ao país!

B) Palácio do Grão-Mestre – é a atual residência oficial do presidente, mas um dia já serviu como residência dos grão-mestres da Ordem, e estes foram modificando o palácio aos poucos. A princípio o arquiteto responsável foi Gerolamo Cassar. O mesmo da Co-Catedral de São João e um dos maiores responsáveis pela veia maneirista e barroca da arquitetura da cidade.

Horário: segunda a sexta (fecha às quintas) – 10h às 16h / sábado e domingo – 9h às 17h
Preço: 10 euros (em 2013)

C) Café Cordina – nada melhor do que uma parada para repor as forças. Este café é o equivalente da nossa Confeitaria Colombo ou da parisiense, Angelina. Bom, como o país tem proporções diminutas, deve-se colocar essa afirmação também em escala. Você pode se sentar na parte de dentro da cafeteria, mas saiba que existe uma área externa onde também se pode ficar.

D) Co-Catedral de São João – certamente é a igreja mais importante de Malta. Entre um chão todo de túmulos feitos de mármores; as laterais com detalhes elaborados em marchetaria (feitos no local) ou os brocardos de ouro, e ainda, um teto ricamente pintado, nós, que estamos ali só de passagem, ficamos quase tontos. Esse é o teatro do barroco. Não se engane pela fachada austera da catedral, aí está uma grande obra de arte, que contou com a participação de vários artistas, de várias nacionalidades. Inclusive, aí você pode encontrar duas pinturas feitas por Caravaggio, em seu período de estadia na ilha.

Horário: segunda a sexta (fecha aos Domingos) – 9h30 às 16h/ sábado – 9h30 às 12h
Preço: 6 euros (em 2013)
Audioguia: gratuito

E) Museu Nacional de Arqueologia (National Museum of Archaeology) – esse museu pode parecer um tanto quanto amador em um olhar mal acostumado, mas existem peças importantes nesse pequeno museu, incluindo uma maquete do Hal Saflieni Hypogeum. Para mim, a maior graça é uma das menores e mais fascinantes peças do período pré-histórico maltês e uma das mais lindas desse período como um todo: a Sleeping Lady (mulher que dorme). A forma é de uma mulher corpulenta, com umas coxas enormes, dormindo de lado sob uma espécie de sofá.

Ela foi achada no Hal Saflieni Hypogeum, santuário do período pré-histórico (falarei dele mais tarde) e logo virou o centro de um debate enorme sobre a possibilidade de uma civilização matriarcal e/ou se representaria o “sono eterno”. Para muito além dos debates, o que a torna única é o nível de detalhe e sofisticação. É comovente pensar que alguém em 3.000 a.C. (pense que os gregos tiveram seu ápice em 5 a.C.) alguém criou essa imagem. Eu arrepio!

Horário: Segunda a Domingo – 8h às 18h15
Preço: 5 euros (em 2013)

F) Centro para Criatividade Cavaleiro St James (St James Cavalier Centre for Creativity) – originalmente funcionou como fortaleza para os cavaleiros da Ordem de São João, hoje, depois do projeto do arquiteto Richard England, este sítio histórico se tornou um centro cultural de qualidade. A entrada é gratuita e é possível encontrar ali desde shows de música moderna até concertos clássicos; cinema; literatura e atividades para crianças. Em resumo: vale a pena!

Horário: Inverno
Segunda à Terça: 9h – 17h
Quartas à Sexta: 9h – 21h
Sábado e Domingo: 10h -21h
Verão ( 09 Julho -13 Setembro)
Segunda à Sexta: 9h – 13h Sábado e Domingo: 10h -13h
Preço: gratuito

G)Museu Nacional de Belas Artes (National Museum of Fine Arts) – este museu está instalado em um antigo palácio barroco (foi residência de um almirante da frota mediterrânea britânica até o início do século XX!). É pequeno, mas interessante. Diríamos com uma atmosfera civilizatória e clássica. Não deixe de ver os quadros de Mattia Preti (pintor italiano de afrescos no barroco que também trabalhou na co-catedral). É a maior coleção do pintor exposta em museu aberto ao público.

Horário: Segunda a Domingo – 9h às 16h30
Preço: 5 euros (em 2013)

Valeta, a Cidade Antiga: roteiro para desbravar Malta em 7 dias

  • malta
    Os balcões de Valetta
  • Malta sendo linda...
  • Sacra Infermeria
  • Upper Barrakka Garden
  • Restaurante Rubino (foto do site)

DIA 1 – VALETA: estar em outro tempo

Estar em uma capital tão pequena e de um dos menores países do mundo já oferece algo de extraordinário, mas quando consideramos o fato de Valeta ser patrimônio mundial da humanidade nos impressionamos mais ainda.

Certamente, ela não é uma cidade coquete e deslumbrante como Paris, muito menos da moda. Valeta é mediterrânea e barroca. O tempo lá parece passar diferente. É uma capital fortificada e a sua arquitetura é estranhamente familiar. Tudo ali faz parecer como se estivéssemos voltando. A pergunta que se faz é: para aonde?

A resposta é para o século XVI, quando a cidade foi construída.

Ela é fruto da inspiração de Jean Parisot de la Valette. Ele obteve o apoio da Igreja Católica e do rei da Espanha graças à uma impressionante virada que a sua Ordem – dos Cavaleiros de São João – obteve ao derrotar os Turcos durante o mítico grande cerco de 1565.

Malta tornava-se assim baluarte do Ocidente cristão, em uma guerra que foi não apenas exaustiva, mas também duradoura.

A cidade, por sua vez, é um testemunho de gênio criativo, de força e de arte. Foi uma das primeiras na Europa a ser construída com uma visão arquitetônica diversa da medieval, com avenidas mais largas e quarteirões quadrados. Isso sem falar no sistema de saneamento básico implantado ali – você verá isso claramente quando estiver andando por suas ruas.

Ainda assim, é uma cidade microscópica (55 hectares), mas que, entretanto, tem em seu interior impressionantes 320 monumentos registrados?! Resumido: é preciso “ter olhos de ver”, como diria uma professora minha. Então, se for desses viajantes apaixonados pelo encontro com outros tempos, este é o lugar.

Para entrar no clima!

Orientação

Meu objetivo é mostrar um percurso com os pontos paradigmáticos da cidade. São os lugares que me emocionaram, que me fizeram perceber algo de único, verdadeiramente maltês e mediterrâneo.

Quando estiver caminhando pela cidade, repare na arquitetura moderna, essas avenidas largas foram construídas no século XVI, não na belle époque de Haussmann. Não é incrível? Depois repare bem nas fachadas. Veja como a pedra clara das construções fazem um contraste interessante com as famosas galerias (gallarijas), coloridas.

Por último, só para anotar, este é um percurso que segue, mais ou menos, o entorno dos muros da cidade, mas você pode seguir qualquer uma das direções, do início para o final ou o inverso.

Roteiro

A) Fort Sant-Elmo e Museu Nacional de Guerra – esse forte é uma das importantes atrações da cidade. Sua localização o tornou militarmente fundamental no que diz respeito às defesas do país. É preciso um pouco de planejamento para visitá-lo. Atualmente, o acesso é restrito e só é possível visitá-lo com guia. Essas visitas só acontecem nos domingos, às 9h30m, e é preciso chegar às 8h30m para reservar um lugar (telefone: 22954300).

Ainda assim, você pode ir no museu em outros horários, e ele também fica no forte. Ele é interessante para os fanáticos por memorabilia de guerra, em especial da Segunda Grande Guerra. Não é nenhum Britsh Museum, mas realmente eles têm um acervo que faz a gente imaginar a importância estratégica que a ilha deve ter tido em tempos de guerra.

Veja essa brochura oferecida pelo Heritage Malta. Anote bem a entrada do museu.

B) Malta Experience – aqui você poderá ter uma apresentação sobre a história da cidade e do país, desde a pré-história até a atualidade. É uma apresentação audiovisual em várias línguas. Só posso dizer que achei interessante, não fiquei entediada e me ajudou muito nos outros passeios.

C) Sacra Infermeria (atual Centro de Conferência Mediterrâneo) – esse era o antigo hospital da Ordem dos Cavaleiros de São João (Ordem de Malta). O Malta Experience fica no seu subsolo. Então, não se preocupe, pois não andará muito e, de qualquer modo, tem sempre alguém orientando a visita. Você pode comprar os bilhetes para essas duas atrações juntos ou recorrer ao Malta Pass (falarei dele no próximo post).

Essa é uma visita despretensiosa, mas que a guia é capaz de tornar incrível! Imagine que está ali, em um salão enorme (hoje usado para grandes jantares), mas descobrindo como foi usado para servir de centro de medicina praticado pelos cavaleiros e depois durante a Segunda Guerra. Muito interessante. Essa recomendo (as visitas guiadas são feitas somente em inglês, mas eles são solícitos e podem ajudar com qualquer dificuldade).

D) Rubino – Hora da fome? Esse pequeno e simples restaurante merece uma parada. Aberto desde 1906, é micro como a cidade – por isso é bom fazer uma reserva. já aviso que a graça está em provar alguns pratos malteses. O restaurante não tem menu, mas pratos do dia, preparados de acordo com os produtos da estação. A comida maltesa não é bonita como a italiana, mas tem algum charme e, quando bem feita, vale ser considerada.

E) Teatro Manoel – esse teatro, um dos mais antigos da Europa, tem uma fachada singela, mas ao entrar a gente se surpreende. É uma jóia repleta de detalhes e pinturas por dentro. Você pode visitar o museu (entrada um pouco a frente do teatro) ou fazer um tour. Outra opção é se organizar para tentar assistir algum espetáculo (uma oportunidade única).

– O museu oferece áudio-guias em espanhol, inglês, entre outros, por 5 euros. Saiba mais por aqui.
– Também é possível alugar apartamentos a preços razoáveis para quem quiser ter a experiência de se hospedar em um teatro. Incrível! Para saber mais, veja aqui.

F) Catedral de Saint Paul– Essa é uma parada razoavelmente rápida, mas significativa. Uma igreja anglicana no meio de uma cidade barroca e católica?! É uma oportunidade para aprendermos um pouco pela própria oposição, não acham? Aconselho, no entanto, que vejam este link aqui antes de passar por lá, já que seus horários são um pouco confusos. Pode ser que a igreja esteja fechada. Bom, de qualquer modo, só a fachada já dá uma boa ideia dessas diferenças dos valores protestantes anglicanos e católicos barrocos.

G) Jardins de Hastings – não é exatamente um jardim, cheio de flores, mas certamente você encontrará um lugar para relaxar. Além disso, aqui se consegue perceber como Malta é de fato uma cidade fortificada. É um lugar ótimo para tirar fotos da baía e o melhor para ver o forte Manoel.

Entre os dois jardins (Hasting e Upper), pode-se passar pela “Our Lady of Victory Church Valletta”. Ela foi a primeira edificação e igreja construída na cidade por ordem do Grão-Mestre da Ordem de Malta (o Parisot de la Vallete) depois da vitória sobre os turcos Otomanos no Grande Cerco. ps.: a lembrança do Grande Cerco aparece viva em todos os cantos da cidade.

H) Upper Barrakka – seguimos para o Upper. Nosso último jardim do dia. Se quiser, pode deixar para vê-lo no dia seguinte, ao meio-dia, quando os canhões disparam no terraço inferior, o “Saluting Battery”.

Ver o entardecer aqui não é nada mal também. O Upper foi pensado como lugar de tranquilidade para os cavaleiros hospedados Auberge d’Italie – cada cavaleiro fica em uma hospedaria conforme sua língua. Hoje este auberge é o departamento de Turismo da cidade.

A partir do Upper, é possível pegar um elevador (inaugurado em 2012) que vai até Grand Harbour. Desse modo, fica bem mais fácil chegar ao Waterfront, um lugar ótimo, cheio de restaurantes, e com o famoso Lascaris War Rooms e o elevador custa somente 1 euro.

Dica Prática

O site Visit Malta oferece um serviço de busca e compra para eventos sazonais como óperas, shows, atrações culturais, etc. Quando souber a data em que estará passando pelo país, vale uma consulta para ver o que estará acontecendo de interessante.

Espero que tenham gostado do primeiro dia! Espero vocês para o nosso segundo dia de roteiro.

Besos,
Rapha Perlingeiro

Como preparar uma mala de mão para viagens internacionais

  • Olha a Flavia pronta para viajar ;)
  • Foto: Flavia Koetz
  • Kit Completo | Foto: Flavia Koetz
  • Casaco de pluma (item 1) | Foto: Flavia Koetz
  • Ziplock higiene dental (item 4) | Foto: Flavia Koetz
  • Organizador de passaporte | Foto: Flavia Fkoetz
  • Molhados (item 7) | Foto: Flavia Koetz
  • Descanso para os pés (item 2) | Foto: Flavia Koetz
  • Apoiador de pescoço | Foto: Flavia Koetz

Por Flavia Koetz

Como preparar uma mala de mão para viagens internacionais

Para quem não conhece a Flavia Koetz, ela tem um dos snapchats que adoro seguir (clique aqui para segui-la no snapchat). Ela mostra a cidade de Seattle com a ótica de uma moradora brasileira. É uma apaixonada por hiking e trilhas – cada paisagem deslumbrante que vemos junto com ela. Adoro! Além disso, é super organizada e tem muito bom gosto.

Há uns dias ela fez uns snaps sobre como preparar uma mala de mão para viagens longas. Surtei! Aprendi tanto. Acabei tomando coragem e pedindo para ela preparar um post salvador aqui no Raphnadas. 

Eu estava super envergonhada, mas ela topou. Uhu!

Aqui segue o resultado para ajudar a todos nós. Obrigada, Flavinha! 

Música para entrar no clima! (dica da Flavia)

Não, você não errou de endereço! Esse é o blog da Rapha e eu estou aqui de visita!

Meu nome é Flavia e eu vim aqui dar uns palpites sobre o que levar na mochila de bordo em viagens longas, pois sou “especialista” no assunto. Aí você me pergunta: “Especialista, Flavia? Como assim?”

Eu explico. Basicamente, sou uma pessoa que nasceu e cresceu em Porto Alegre, a capital mais ao sul do Brasil, e resolveu morar em Seattle, no noroeste dos Estados Unidos, pertinho da fronteira com o Canadá. Por conta disso, minhas viagens pra visitar minha terra natal são sempre muito, muito longas! Com muita sorte, consigo vôos com 20 horas de duração. Se a sorte não é tanta, chego a ficar viajando por 25, 26 horas! Como não existe vôo direto de Seattle para o Brasil, meus roteiros até Porto Alegre têm sempre, no mínimo, três trechos.

“Isso acabou me levando a aprimorar a arrumação da mochila que levo comigo a bordo. Como diz o ditado, ‘a prática leva à perfeição’!” 

Brincadeiras à parte, eu não acho que a minha mochila seja perfeita, pois sempre há uma coisa ou outra pra aprender em cada viagem, mas posso dizer que, hoje, carrego comigo as coisas que considero fundamentais para amenizar os perrengues de estar em ambientes tão desconfortáveis como aviões e aeroportos por tantas e tantas horas.

CONSELHOS DE OURO 😉

Comprei minha mochila na Ikea há uns anos e, infelizmente, ela já saiu de linha. Uma das vantagens dela é ser lavável. Costumo colocá-la na máquina de lavar roupas a cada duas ou três viagens.

Outra coisa bacana são as várias divisórias. Se a gente consegue compartimentar e organizar cada coisa no seu lugar, melhor, né? São dois bolsos externos e dois compartimentos com zíper, sendo que o de trás é subdividido em duas partes.

Daqui pra frente, para entender melhor, sugiro que você dê uma olhada na galeria de fotos. Vou detalhar o que coloco em cada compartimento e assim vocês já vão ver quais as coisas que considero essenciais nas minhas viagens. Vale dizer que a necessidade de cada pessoa pode ser diferente, e a minha mochila reflete o que eu considero importante.

Um dos bolsos externos eu reservo para o celular e para os meus óculos de leitura. Os bolsos são abertos e de fácil acesso para aquela olhadinha no celular de toda hora! Pelo mesmo motivo, ele fica muito à mão para ser roubado, então ele só fica nesse bolso quando não estou no Brasil, por motivos óbvios.

O outro bolso fica reservado pro chiclete e para os meus adorados papeizinhos removedores de oleosidade. Só quem tem a pele oleosa sabe o alívio que dá poder matificar a pele e retirar aquele brilho todo que um dia sem banho vai gerar no seu rosto!

A parte interna tem dois compartimentos. O da frente é cheio de bolsinhos e eu consigo achar uso pra todos eles! Hahaha! Tem lugar pra caneta, pro fone de ouvidos, pra guardanapos de papel, saquinho de plástico vazio (pode ser útil pra alguma coisa, vai saber…), flanela de limpar óculos, porta-óculos (com um óculos de sol e outro sobressalente de leitura, pro caso de eu perder o meu).

Nessa aba vai também o meu organizador de viagens, outro item que tem me ajudado muito. Dentro dele ficam o meu passaporte, pequena carteira com documentos, cartões de crédito e dinheiro, cartões de embarque e tíquetes de bagagem.

“Enquanto estou em processo de embarque nos aeroportos, o organizador fica pendurado no meu pescoço.”

Isso evita aquele abre e fecha de mochila cada vez que a gente precisa mostrar algum documento nas várias etapas do processo de embarque. Quando entro no avião, o organizador vai pra mochila.

O compartimento de trás tem duas áreas. Uma delas é destinada ao laptop e aos carregadores (do laptop e do celular), que organizo em saquinhos estilo ‘ziplock’. Nesse mesmo saco plástico vão também o adaptador universal (dependendo da necessidade ou não, em função do destino) e um “T” (ou benjamim).

Como vocês vão notar daqui pra frente, organizo muitas das coisas nesses saquinhos, não só pela praticidade, mas também por questões de higiene. Após algumas viagens, descarto-os e troco por novos.

Na parte da frente….ah, na parte da frente….ali eu coloco tudo e mais um pouco! Quer ver? Vamos numerar pra organizar a bagunça e assim fica mais fácil pra você acompanhar pelas fotos! 😉

CHECK LIST 

1 – CASACO DE PLUMA DE GANSO – Não tenho palavras pra dizer o quão prático esse casaco é em viagens! Esfriou no avião? Puxa o casaquinho. Saiu com a roupa errada do hotel ou esfriou durante o dia? Casaquinho! Ele está sempre comigo, seja durante os voos ou nos passeios por lugares mais frios. E, o melhor, não pesa nada! Vai por mim e compra um!

2 – DESCANSO DE PÉS – Ou, como eu chamo carinhosamente, “rede para pés”. É um acessório que você pendura na mesinha do avião e que permite que seus pés fiquem elevados, evitando o inchaço. Não sei vocês, mas eu tenho muita dificuldade de dormir ou passar muito tempo com os pés pra baixo. Mudou minha vida em voos longos, sério!

– Clique na foto para COMPRAR e colaborar com o Raphinadas

3 – MUDA DE ROUPA – Você já teve as malas extraviadas? Se sim, vai entender o motivo de eu carregar uma blusa extra, uma calcinha e um par de meias! Caso você fique sem mala, ao menos terá uma roupinha cheirosa pra usar até que sua bagagem seja encontrada! Você pode aproveitar e usar as meias à noite, no avião, pois a temperatura da cabine geralmente é diminuída na madrugada.

4 – ZIPLOCK DE HIGIENE DENTAL – Escova, pasta de dentes e fio dental. Precisa explicar? 😉

5 – NECESSAIRE DE MAQUIAGEM – Carrego o básico pra manter a dignidade pessoal. Hahaha! Vai de cada um saber o que é necessário pra se olhar no espelho depois de uma noite mal dormida e não levar um susto.

6 – SECOS – Esses são os produtos “salva-vidas” ou que me trazem conforto durante os voos. Chamo de “secos” pois aqui eu não coloco nenhum líquido, então ele passa tranquilamente pelo raio-X dos aeroportos. Vamos ao que tem dentro dele e já vou explicando a utilidade de cada um.

a) Lenços umedecidos desinfetantes: uso para desinfetar as mãos antes das refeições e também pra limpar a mesinha do avião (dizem que ela é uma das áreas mais sujas das aeronaves!).
b) Lenços umedecidos “suaves”: este uso apenas para limpar as mãos quando estou aplicando maquiagem, já que elas, inevitavelmente, entrarão em contato com meus olhos e o desinfetante dos lenços umedecidos normais pode causar irritação. Frescura, eu sei!
c) Lenços de papel: multi-uso, acho que não preciso explicar.
d) Lenços umedecidos íntimos: também acho que não preciso explicar! Hahaha!
e) Remédios: tipicamente, tenho sempre um comprimido pra dor e febre, um pra cólica menstrual e um antidiarréico.
f) Protetor auricular.

Algumas pessoas podem achar útil levar um tapa-olhos para dormir melhor. Eu acho incômodo e não uso.

7 – “MOLHADOS” – Aqui estão os produtos que possuem restrições ao passar pelo controle de segurança dos aeroportos. São líquidos, géis, aerossóis, cremes e tudo o mais que precisa estar acondicionado em embalagens de até 100ml. São 7 produtinhos, sendo que os 4 primeiros têm a função de proteger contra a falta de umidade dentro dos aviões. Nosso corpo sofre com o ar seco!

a) Protetor labial
b) Loção hidratante
c) Colírio
d) Cera hidratante de cutículas (ok, é frescura minha!)
e) Perfume roll-on: esse tipo de embalagem é mais conveniente em viagens, pois tem menor risco de vazamentos.
f) Xampu seco: essa dica é pra pessoas com cabelos oleosos! Um dia sem banho e seu cabelo estará colado na cabeça, acredite! Hahaha!
g) Desodorante

Ainda que ele não faça parte da mochila em si, tenho que mencionar meu travesseiro de viagens, pois ele é muito incrível, sério! Foi uma descoberta recente e estou simplesmente apaixonada por ele.

Ele é como se fosse um “2-em-1”, pois além de dar suporte para o pescoço, como todos os outros travesseiros de viagem, esse também suporta a cabeça lateralmente, mesmo que você esteja no assento do meio ou do corredor e não tenha onde se encostar. Dormir assim é tão mais fácil! Sem contar que a parte inferior do travesseiro acomoda perfeitamente o queixo, impedindo que a gente fique de boca aberta quando adormece! Hahaha! Isso sempre acontecia comigo e é tão constrangedor, né? 😉

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Finalmente, chegamos ao final da lista! Ufa!

E vocês? Têm alguma dica pra compartilhar? Conta aí!

Obrigada pelo convite, Rapha! Foi uma honra!  * A honra foi minha, Flavia 😉

Arredores de Tokyo: 5 programas imperdíveis

  • Kamakura: super acessível e imperdível!
  • Nikko: chegamos no meio da nevasca
  • Matsumoto: só no Japão para você conseguir tirar uma foto dessas.
  • Kawagoe: rickshaw à la japonese
  • Uma das casas históricas em Kawagoe
  • Monte Fuji: é emocionante vê-lo de perto.
  • Fileira de Budas
  • Famosos macacos de Nikko.
  • Templo Toshogu

Tokyo tem programas maravilhosos. O suficiente para ficarmos dias descobrindo a cidade. No entanto, existem algumas viagens muito fáceis de serem feitas a partir da cidade.

 É só pegar um trem e, em algumas horas, estamos num lugar maravilhoso e completamente inusitado – ao menos aos nossos olhos ocidentais.

Por quê não aproveitar essa vantagem? Segue aqui uma lista com 5 destinos junto com uma média de dias que deve-se levar para visitá-los.

Para entrar no clima!

1) Kamakura 

A cidade já foi a capital do Japão (acho que por volta do Séc.XII) e hoje sua grande atração é a estátua do Grande Buda (Daibutsu), uma das poucas que não está coberta por um templo. Na realidade, ali havia um templo, mas, depois de ser destruído 3 vezes por terremotos e maremotos, os japoneses desistiram e deixaram a estátua ao ar livre. Um passeio interessante é ficar em Kita-Kamakura e fazer uma das trilhas “Zen” por dentro da montanha para chegar ao Grande Buda. É bom lembrar que as placas estão em japonês e por isso é preciso estar em boa forma.

Como chegar: JR train – Kamakura Station (Yokosuka line)
Viagem: +/- 1h10min
Tempo: reserve metade de um dia

2) Kawagoe (1 dia)

A cidade cresceu na era Edo por ser o celeiro de Tóquio. Com isso os comerciantes locais prosperaram e puderam reforçar seus armazéns contra incêndios e terremotos. O centro da cidade se tornou um local de conservação dessa arquitetura especial da época. Há um grande templo na cidade que merece visita também.

Como chegar: metrô – Ikebukuro (Marunouchi line) e Kawagoe Station (Tobu-Tojo line)
Viagem: 52 minutos
Tempo: reserve um dia

3) Matsumoto 

O antigo castelo da cidade está reduzido, mas a torre de menagem permaneceu inteira e é imperdível para os apreciadores de castelos. Também há lojas com uma arquitetura local própria não muito distante do castelo. Matsumoto é também um destino requisitado no inverno para quem gosta de esquiar.

Como chegar: Shinkansen – Nagano (Hokuriku-Shinkansen line) e Matsumoto Station (Shinano line – JR)
Viagem: 2h20 minutos
Tempo: reserve um dia (bom ir cedo)

4) Nikko 

A cidade é pequena, mas possui um bom número de atrações, que podem consumir algum tempo. A rua principal que leva ao templo Toshogu é repleta de lojas e restaurantes interessantes e desemboca numa antiga ponte desativada.

O templo Toshogu é parte de um complexo de templos bem grande e abriga o túmulo de Ieasu Tokugawa, fundador do Shogunato Tokugawa

Longe do complexo de templos, fica o “Abyss”, um rio em corredeira, cuja margem abriga uma centena de estátuas de budas em fileira, formando um visual bem impressionante. A cidade possui ainda algumas pousadas com Onsens privativos, o que é um grande chamariz durante o outono e o inverno.

Como chegar: Shinkansen – Utsunomiya (Yamagata Shinkansen line) e Imaichi Station (Nikko line – JR)
Viagem: 2h20 minutos
Tempo: vale pernoitar

5) Hakone 

É um local para observação do Monte Fuji e outras paisagens. Vale a pena ir se o tempo estiver bom e se o viajante não tiver medo de alturas (pois o grande passeio do local é de teleférico). Há um lugar na montanha do qual são expelidos vapores vulcânicos e é possível comprar ovos cozidos na água aquecida pelo vulcão. É bom dar uma boa olhada num guia de viagens para ter uma ideia das atrações do local.

Como chegar: Shinkansen – Odawara (Tokaido-Sanyo Shinkansen line) e Hakone-Yumoto Station (Hakonetozan line)
Viagem: 1h03 minutos
Tempo: vale pernoitar

SOS

– O ideal para essas viagens é usar o japan pass. Veja o post que escrevi sobre o assunto: “Dominando os Transportes Públicos no Japão“.

– Você sabia que Raphinadas faz Roteiros Personalizados para o Japão? Se quiser conversar comigo sobre o assunto, é só clicar aqui.

– Gostou da música? Ela está na minha playlist para o Japão. 😉

Douro is calling: presentation

  • o douro chama
    Saúde!
  • Provesende - cidade charmosa
  • o Douro Chama
    Eu feliz da vida no meio das vinícolas da Quinta do Vallado.
  • o douro chama
    Artesão preparando vaso de argila negra típica da região
  • o douro chama presstrip
    Quem participou da presstrip mais mágica do mundo ;)

Portuguese version here

Talking about the Douro is not a task for the faint hearted. In my case it involves love, happy memories and a lot of nostalgic feelings. It takes some glasses of wine, an open heart and a pinch of Miguel Torga to get inspiration. But wait… that will be next week’s post. For now we keep to the presentation of the trip itself.

“Douro is calling”

This was a presstrip that took place in September 2016 offered by AETUR, the association of turism entrepreneurs from the Douro and Trás-dos-Montes. The goal was to present the region (and its secrets) to us, a group of 14 bloggers and journalist from all over the world.

During 6 days, we jumped head first in the local history and culture. We visited cities, monuments, vineyards, the gastronomy, the people, the caring and the peace that only the Douro can offer.

#Douroiscalling# – Social Medias

All participants of this trip used the hashtags #odourochama and #douroiscalling to advertise their experiences through their point of views in real time.

I used mainly instagram and snapchat – my favorit media – but I also posted a lot in facebook and twitter. If you want to check it out, all you need to do is use the tow hashtags in the search and you should get it all (except for the snapchat material, which lasts only for 24 hours).

Nothing warmed my heart more than seeing how many people were falling in love with the Douro with me and asking me to give my impressions a.s.a.p. This is the greatest incentive to create something lasting and of quality. Thanks everybody!

Raphinadas in the Douro

I told you already that in Portugal I feel like being in my grandmother’s home, right?

So, considering this metaphor, the Douro would be that closet were we know granny keeps all the best sweets and treats. We dream about the moment, count the days and hours until it comes and, when it finally arrives, it is even better than we expected. It is just love in excess that we have before us.

As you can well see the Douro is personal to me and I feel a great responsibility of sharing what I experienced in this trip with extra effort. That is why I will show in the next sequence of posts what has left a bigger impression on me. My idea is that you have a good grasp on how the Douro may be a unique travel destination.

If you want more information, tips and even to start planning an actual trip, keep in mind that you can always reach me here.

My post about the Douro

Quinta da Casa Amarela: um poema em forma de vinícola

My travel companions

Yes! Many bloggers and journalists were there, but we had our small circle within the group 😉 – The Brazilian Bloggers Team!

It was a priviledge being with them in this trip. I am such a beginner and yet I was there with those three superstars! I’ ve never learned so much in such a short time. I will add their work about the Douro here as well!

Rita Branco – “O Porto Encanta” – It was through her that came my invitation for this trip. She saw my work and gave me the vote of confidence. Amem! (and what a responsibility!) Legend says she is from São Paulo, but Rita is from Porto and the city belongs to her. That’s a fact! If you want to fall in love with the north of Portugal there is no better guide. P.S. She is one of the most captivating snapchatters I follow. She made her way through the Route of Santiago de Compostela starting in Portugal.

– Os Encantos do Douro. Muito mais do que um rio.

– Do Porto para o Museu do Douro

– Do Porto para o Douro… na Quinta da Casa Amarela. Bons Vinhos, com Charme.

Helô Righetto – “Aprendiz de Viajante” – How can I describe Helô!? She’s my dearest, a designer, published writer (Guia de Londres para Iniciantes/ A beginners guide to London), active feminist (Conexão Feminista), full of suprises and life. You can follow her trips in the Aprendiz de Viajantes and learn a little bit more about her through her personal blog (Mi Bloguitto).

P.S. She is colaborating with me in the Coletivo Tropical iniciative! 😉

– Vale do Douro além dos Vinhedos: 5 lugares para visitar

– Dois Hotéis Incríveis no Vale do Douro

– Quinta do Vallado e Quinta da Casa Amarela

– Vale do Douro: 5 experiências incríveis e inesquecíveis

Martinha Andersen – “Viajoteca” – I’ve been following the Viajoteca for a good while now and her posts were always special to me. Martinha has the superpower of giving lightness to everything and of knowing exactly when we need her (how does she do it?). She lives in Paris since 2006 and knows all about tech, apps, cameras… to sum it up, she is the queen of gadgets.

P.S. She has the best laugh in the Universe!

– O Douro Chama – 11 razões para visitar o Douro em Portugal

– 9 Programas Imperdíveis no Vale do Douro

– 3 Hotéis no Vale do Douro em Portugal (para se apaixonar)

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Quinta da Casa Amarela: um poema em forma de vinícola

  • Quinta da Casa Amarela
  • Quinta da Casa Amarela
    O caminho para a felicidade.
  • O paraíso é aqui!
  • Quinta da Casa Amarela
    Senhor Gil Regueiro, o poeta.
  • Quinta da Casa Amarela
    Eu bebendo da fonte ;)
  • Quinta da Casa Amarela
    Dona Laura e as blogueiras brasileiras

A Quinta da Casa Amarela

Você está pensando em ir para Portugal? Todos têm falado tanto de lá, certo? Aí pensou, e por que não explorar o norte do país. “Dizem que a região vinícola de lá é um paraíso!”

Para entrar no clima!

Sim, eu te digo, é tudo verdade! O Douro é um paraíso.

E ali, numa das curvas do rio, entre o Peso da Régua e Lamego, nós fomos apresentados a Quinta da Casa Amarela.

Como o tempo em viagem é sempre curto, e não se pode visitar todas as propriedades – apesar de que pretendo e tenho esperança de fazer isso um dia –, preciso dizer a vocês: visitem esta Quinta em especial!

É interessante escolher vinícolas diferentes. Uma grande, uma pequena. Uma que produza vinhos verdes e outra, vinhos do porto. Por aí vamos (entende o porquê de querer conhecer todas?).

A graça da Casa Amarela, contudo, supera este tipo de preocupação. Conhecê-la é um capítulo à parte. Na verdade um verso, um poema à parte.

Um caminho de pedra com moldura de plantas encaminha quem chega nela. Vai-se andando, respirando com mais vida, até que a paisagem se abre em forma de casa.

A mais charmosa que já vi!

Tem gente que se emociona com praias. Pois bem, eu me emociono com casas. As paredes cobertas de plantas, um cheiro de flor e de algum tempero indefinido. Cheiro de poesia e vinhos, na verdade. O efeito é imediato, todos alegres e maravilhados.

E, como se não bastasse toda aquela beleza, logo o senhor Gil Regueiro e a Dona Laura chegam para nos receber. Eles são os poetas que atualmente dão vida à Quinta. Ela é pura vitalidade e charme. Ele, delicadeza – no sentindo mais profundo e maravilhoso que essa palavra pode ter.

Bom, neste momento talvez pense: quando estiver visitando a vinícola provavelmente eles não estarão lá. Certo? E eu te respondo: não, porque eles estarão. Eles são a Quinta.

O filho deles é a Quinta. E a/os filhas/os do filho serão a Quinta. Por isso, fiquem tranquilos. Eles estarão lá, em cada detalhe. Nos vinhos que repousam em barris de madeira ao som de música clássica, no jeito como cada etapa do processo do vinho é cuidada. Essa não é apenas uma vinícola charmosa e pequena. Essa é uma vinícola autoral. Um poema sendo escrito há um bom tempo, desde 1885.

Vá e beba alguns versos. Experiência como essa só o Douro pode te oferecer. Garanto! 

Informações Práticas

Quinta da Casa Amarela

Agende uma visitaquinta@quinta-casa-amarela.com
Quando ir: qualquer época
Como chegar: Gps. 41º 08′ 22” N / 7º 48′ 03.4”W
Quanto custa: o preço das garrafas que você certamente levará
Como chegar: o ideal é ir de carro. Caso não queira ir de carro, entre em contato comigo aqui e pensamos juntos em outras soluções.

Mais olhares viajantes sobre o tema…

O Porto Encanta – Do Porto para o Douro… na Quinta da Casa Amarela. Bons vinhos, com charme.
Aprendiz de Viajante – Quinta do Vallado e Quinta da Casa Amarela

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O Douro Chama: a apresentação

  • o douro chama
    Um barquinho no meio do "excesso de natureza" do Douro...
  • o douro chama presstrip
    Quem participou da presstrip mais mágica do mundo ;)
  • o douro chama
    As blogueiras brasileiras - já deu saudades
  • o douro chama
    Marta Marques e Monica Nogueira - as nossas guias queridas
  • o douro chama
    Artesão preparando vaso de argila negra típica da região
  • Mosteiro de São João de Tarouca - uma das visitas que mais me encantou
  • Gil Regueiro da Quinta da Casa Amarela - uma vinícola que faz poesia em forma de vinho
  • o Douro Chama
    Eu feliz da vida no meio das vinícolas da Quinta do Vallado.
  • Provesende - cidade charmosa
  • o douro chama
    Saúde!

Falar sobre o Douro é uma tarefa para corações fortes. No meu caso envolve amor, lembranças felizes e muitas saudades. É necessário algumas taças de vinho, um coração aberto e um pouco de Miguel Torga para inspirar. Mas aguardem, este será o post da próxima semana. Por hora, vamos ficar com a apresentação da viagem em si.

Para entrar no clima…

1) “O Douro Chama”  

Foi uma presstrip que aconteceu em setembro de 2016 oferecida pela AETUR, a associação de empresários turísticos do Douro e Trás-os-Montes. O objetivo foi apresentar a região (e seus segredos) para nós, um grupo de 14 blogueiros e jornalistas do mundo todo.

Durantes 6 dias, mergulhamos intensamente na cultura e história locais. Conhecemos cidades, monumentos, vinícolas, a gastronomia, as pessoas, o “carinho” e a paz que só o Douro consegue oferecer.

2) #ODouroChama – Mídias Sociais

Todo mundo que participou da viagem usou as hashtags #odourochama e #douroiscalling para divulgar “in real time” as experiências segundo seu ponto de vista.

Eu usei principalmente o instagram e o snapchat – a minha mídia favorita –, mas também fiz bastante postagens via facebook e twitter. Se vocês quiserem dar uma olhada, basta usar essas duas hashtags, no item pesquisa, e poderão acompanhar tudo (com exceção do snapchat que só dura 24h).

Nada me emocionou mais do que ver a quantidade de gente se apaixonando pelo Douro junto comigo e me pedindo para disponibilizar as minhas impressões o mais rápido possível. Esse é o maior incentivo para fazer algo que realmente fique e tenha qualidade. Obrigada!

3) Raphinadas no Douro

Eu já disse para vocês que em Portugal me sinto como na casa da minha avó, certo?

Então, seguindo essa metáfora, o Douro seria aquele armário onde sabemos que nossas avós guardam os seus melhores segredos e doçuras. A gente sonha, conta os dias e horas para esse momento chegar, e quando ele chega, na verdade, é muito melhor. É um excesso de amor que temos na nossa frente.

Como vocês podem ver, o Douro para mim é pessoal, mas também sinto uma responsabilidade enorme em compartilhar com qualidade o que experimentei nessa viagem. Por isso, o que farei nesta sequência de posts é mostrar uma seleção do que mais me marcou. A minha intenção é que vocês tenham um bom apanhando do quanto o Douro pode ser um destino único na vida de vocês.

Se quiserem mais informações, dicas e até começar a planejar a sua viagem, lembrem-se que sempre podem entrar em contato comigo por aqui.

4) Meus posts sobre o Douro

Quinta da Casa Amarela: um poema em forma de vinícola

5) Minhas Companheiras de Viagem

Sim, foram muitos blogueiros e jornalistas, mas nós tínhamos nosso pequeno grupo dentro do grupo ;). O time das blogueiras brasileiras! foi um privilégio estar com elas nessa viagem. Eu que sou tão iniciante, na companhia dessas três mulheres super feras! Nunca aprendi, tanto em tão pouco tempo. Vou adicionando o trabalho delas sobre o Douro aqui também.

Rita Branco do “O Porto Encanta – foi através da Rita que fui chamada para está viagem. Isso significa que foi ela quem viu meu trabalho e me deu esse crédito de confiança. Amém! (e que responsabilidade!) Diz a lenda que ela é de São Paulo, mas a Rita é do Porto e o Porto é dela também. Fato! Se quiser se apaixonar pelo Norte de Portugal não tem ninguém melhor para você acompanhar. Ps.: uma das snapchatters mais cativantes que acompanho. Ela fez o Caminho de Santiago a partir de Portugal.

– Os Encantos do Douro. Muito mais do que um rio.

– Do Porto para o Museu do Douro

Do Porto para o Douro… na Quinta da Casa Amarela. Bons Vinhos, com Charme.

Helô Righetto do “Aprendiz de Viajante – como descrever a Helô, gente!? Ela é minha mais querida, designer, autora (Guia de Londres), feminista de carterinha (Conexão Feminista), cheia de curiosidades e vida. Vocês podem acompanhar as viagens dela no Aprendiz de Viajantes e conhecer um pouco mais dela através do seu blog pessoal (Mi Bloguito). Ps.: ela é colaboradora no Coletivo Tropical junto comigo 😉

– Vale do Douro além dos Vinhedos: 5 lugares para visitar

– Dois Hotéis Incríveis no Vale do Douro

Quinta do Vallado e Quinta da Casa Amarela

Vale do Douro: 5 experiências incríveis e inesquecíveis

Martinha Andersen do “Viajoteca – eu já leio o Viajoteca faz tanto tempo, e os posts da Martinha sempre foram especiais para mim. A Martinha tem o superpoder de dar leveza a tudo e um alerta interno para saber quando precisamos da companhia dela (como ela faz isso?). Mora em Paris desde 2006, entende tudo de tecnologia, apps, câmeras, em resumo: é a rainha dos gadgets. Ps.: a melhor risada do universo.

– O Douro Chama – 11 razões para visitar o Douro em Portugal

– 9 Programas Imperdíveis no Vale do Douro

3 Hotéis no Vale do Douro em Portugal (para se apaixonar)

6) Post dos outros Blogueiros e Jornalistas

Yarden Lewin do “Go Travel – Israel

– The Secret of Douro Valley

Agora é só me acompanhar porque as próximas semanas serão dedicadas a falar sobre essa viagem e lugar inesquecível!

Abraços viajantes.

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